RESUMO:
- Uma jovem é morta a tiros pelo namorado em Rifaina, no interior de São Paulo, na noite de terça-feira, 28 de outubro, segundo as investigações da Polícia Civil.
- A vítima, Priscila Custódio, de 24 anos, tinha ido à fazenda devolver uma caminhonete e um celular do suspeito, acompanhada do irmão e de uma amiga.
- O suspeito, o fazendeiro João Bolelli, de 62 anos, fugiu após o crime e segue foragido; a Justiça decretou a prisão temporária dele.
- Segundo a Record, o suspeito já havia sido condenado em 2018 por ameaçar uma ex-companheira e descumprir medida protetiva.
Uma jovem de 24 anos foi morta a tiros na noite de terça-feira, 28 de outubro, em uma propriedade rural de Rifaina, no interior de São Paulo. Segundo as investigações da Polícia Civil, o autor dos disparos seria o namorado da vítima, o fazendeiro João Bolelli, de 62 anos. O caso em que a jovem é morta a tiros pelo namorado em Rifaina é apurado como feminicídio, e o suspeito fugiu logo depois do crime. A Justiça decretou a prisão temporária dele, e equipes policiais fazem buscas na região.
COMO A JOVEM É MORTA A TIROS PELO NAMORADO EM RIFAINA, SEGUNDO A POLÍCIA?
De acordo com as investigações relatadas pela Record Brasília e pela GloboNews, Priscila Custódio foi à entrada da fazenda do namorado acompanhada do irmão e de uma amiga. O objetivo da visita era devolver uma caminhonete e um celular que pertenciam ao fazendeiro. No local, segundo os relatos reunidos pela polícia, ela acabou cercada pelo suspeito e por outros seis homens. Durante uma discussão, ele teria exigido o celular e atirado contra a jovem. É essa sequência que a apuração reconstrói no episódio em que a jovem é morta a tiros pelo namorado em Rifaina.
Após os disparos, ainda segundo as investigações, Bolelli fugiu na caminhonete, que foi encontrada na tarde seguinte. A localização do veículo é um dos elementos que orientam as buscas, porque ajuda a polícia a delimitar a rota de fuga e os locais por onde o suspeito pode ter passado. A caminhonete e o local do crime passam por perícia, procedimento padrão para recolher vestígios que confirmem a dinâmica descrita pelas testemunhas. O irmão e a amiga que acompanhavam a vítima são testemunhas centrais do inquérito.
A Polícia Civil trabalha, segundo a GloboNews, com a suspeita inicial de que o crime tenha sido motivado por ciúmes. As investigações também reúnem relatos de que o casal tinha histórico de brigas e agressões. Esses elementos serão confrontados com depoimentos e provas técnicas antes de qualquer conclusão formal. Enquanto o suspeito não é localizado, o caso em que a jovem é morta a tiros pelo namorado em Rifaina permanece na fase de buscas e de coleta de depoimentos, e a polícia pede que informações sobre o paradeiro dele sejam repassadas pelos canais oficiais.

QUEM É O SUSPEITO E O QUE A JUSTIÇA JÁ DECIDIU SOBRE O CASO?
O suspeito é o fazendeiro João Bolelli, de 62 anos, apontado pela Polícia Civil como o namorado da vítima e o autor dos disparos. A diferença de idade entre os dois, de 38 anos, e o histórico de conflitos do relacionamento fazem parte do contexto apurado pelos investigadores. A Justiça decretou a prisão temporária de Bolelli, medida usada na fase de investigação para garantir a coleta de provas e a localização do suspeito. Com o decreto em vigor, ele é considerado foragido enquanto a jovem é morta a tiros pelo namorado em Rifaina segue sob apuração.
Segundo a Record, o fazendeiro já havia sido condenado em 2018 por ameaçar uma ex-companheira e por descumprir uma medida protetiva. Medidas protetivas são ordens judiciais previstas na Lei Maria da Penha para afastar o agressor e proteger a vítima em casos de violência doméstica. O antecedente relatado pela emissora será considerado pelos investigadores na avaliação do caso atual, embora cada processo tenha apuração e julgamento próprios. A defesa do suspeito ainda não se manifestou nas publicações consultadas, e ele tem direito ao contraditório quando for localizado e ouvido.
A prisão temporária tem prazo definido em lei e pode ser prorrogada ou convertida conforme o avanço do inquérito. Na prática, as equipes concentram esforços em endereços ligados ao suspeito, em contatos que possam ajudá-lo na fuga e em possíveis rotas de saída da região de Rifaina. A colaboração de moradores, com informações sobre veículos e movimentações estranhas, costuma ser decisiva em buscas desse tipo. A polícia reforça que ninguém deve tentar abordar o suspeito por conta própria.
COMO DENUNCIAR VIOLÊNCIA E O QUE ACONTECE AGORA NA APURAÇÃO?
Casos como o da jovem é morta a tiros pelo namorado em Rifaina recolocam no centro do debate a importância de denunciar ameaças e agressões antes que a violência escale. No Brasil, a Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180, recebe denúncias de forma gratuita e sigilosa, e o telefone 190 aciona a polícia em situações de emergência. Delegacias especializadas e a Defensoria Pública também orientam vítimas sobre medidas protetivas, que podem ser pedidas com urgência à Justiça.
Do ponto de vista da investigação, os próximos passos incluem a conclusão da perícia no local e no veículo, a oitiva formal das testemunhas e a localização do suspeito para que ele seja ouvido. Somente ao fim do inquérito a polícia indicará as conclusões sobre autoria e motivação, e caberá ao Ministério Público decidir sobre a denúncia à Justiça. A reportagem sobre a jovem é morta a tiros pelo namorado em Rifaina seguirá acompanhando as buscas e eventuais manifestações da família da vítima e da defesa do fazendeiro.
O portal acompanha outros casos policiais recentes, como o da mulher condenada por matar o filho que foi presa, e mantém a cobertura de segurança pública com a mesma cautela: fatos atribuídos às investigações, suspeitos tratados como suspeitos e espaço garantido para as manifestações das partes envolvidas. Em Rifaina, no caso em que a jovem é morta a tiros pelo namorado em Rifaina, a prioridade agora é localizar o foragido e dar à família de Priscila Custódio as respostas que o inquérito puder oferecer.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Capa: viatura policial em exposição, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons, imagem temática. Imagem do texto: estrada rural no interior do Brasil, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons, imagem temática.FONTE: Record Brasília e GloboNews, publicações de 29 de outubro de 2026 sobre a morte de Priscila Custódio em Rifaina, consultadas em 29 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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