RESUMO:
- Rogéria Bolsonaro relata ameaças recebidas durante a campanha presidencial do filho, Flávio Bolsonaro, em entrevista ao Pleno Time publicada em 26 de outubro de 2026.
- Segundo ela, os filhos não sabiam das ameaças: ela procurou não falar sobre o assunto durante a campanha.
- Rogéria afirmou que não recuaria, recorreu à fé e disse estar preparada para ser mãe de presidente.
- No segundo turno de domingo, 25 de outubro, Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro.
A declaração de que Rogéria Bolsonaro relata ameaças foi feita pela mãe do candidato dias antes do segundo turno. Segundo o Gospel Mais, Rogéria Bolsonaro falou pela primeira vez publicamente sobre as intimidações em entrevista ao programa Pleno Time, no meio da campanha de Flávio Bolsonaro contra Luiz Inácio Lula da Silva.
Com a voz embargada, segundo o relato, ela explicou por que escondeu o assunto até da família. A revelação ajuda a entender o clima de tensão em que a reta final da campanha foi vivida dentro da casa dos Bolsonaro.
O QUE ACONTECEU QUANDO ROGÉRIA BOLSONARO RELATA AMEAÇAS DURANTE A CAMPANHA?
Rogéria contou que recebia ameaças no meio da disputa eleitoral e que os filhos não sabiam. “Eu procuro não falar sobre isso. Os meninos não sabem disso. Eles vão até ficar bravos comigo quando por um acaso souberem. Mas eu recebo ameaça”, afirmou ela na entrevista reproduzida pelo Gospel Mais.
Mesmo sob intimidação, ela afirmou que não recuaria. “É uma luta do bem contra o mal e as pessoas estão perdendo um pouco a mão aí, estão perdendo um pouco a missão também. Mas, apesar de tudo isso, a gente vai continuar na luta, não vamos esmorecer por causa disso”, declarou.

COMO A FÉ APARECEU NA FALA DE ROGÉRIA BOLSONARO?
A confiança no desfecho foi expressa em linguagem de fé. “Deus protege a gente, né? E vai dar certo, vai dar certo. Não acabou ainda não. Ainda tem uns dias aí pela frente de guerra”, disse Rogéria, três dias antes da votação do segundo turno.
Perguntada se estava preparada para ser mãe de presidente, ela respondeu que sim, mas com o coração apertado. Rogéria lembrou que os quatro anos de Jair Bolsonaro na Presidência foram muito sofridos para toda a família e que, quando um filho sofre, a mãe sofre junto.
Ela também avaliou que aquele período serviu de aprendizado para Flávio. Na conclusão da entrevista em que Rogéria Bolsonaro relata ameaças, a mãe afirmou que o filho foi preparado por Deus para o desafio de governar o país.
QUAL FOI O DESFECHO DA CAMPANHA APÓS A ENTREVISTA?
No domingo, 25 de outubro, o segundo turno terminou com a reeleição de Lula, com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro, no resultado oficial do Tribunal Superior Eleitoral. A entrevista de Rogéria, gravada antes da votação, ficou como registro do estado de espírito da família na reta final.
O portal acompanha os desdobramentos da derrota. Em outra reportagem, Flávio Bolsonaro desistiu de pedir a anulação da eleição e passou a tentar a cassação da chapa de Lula, na estratégia definida depois da apuração.
Até aqui, o relato de que Rogéria Bolsonaro relata ameaças é de fonte única, a própria entrevista dela, sem detalhamento público sobre a natureza das mensagens nem registro de boletim citado na reportagem. O Hugo Gospel mantém a atribuição integral das afirmações a Rogéria Bolsonaro, como manda a apuração em tema sensível.
Rogéria sempre manteve perfil discreto em comparação com o marido, Jair Bolsonaro, e com os filhos políticos. As aparições públicas dela costumam ser familiares, em eventos de campanha e registros ao lado da família, o que torna ainda mais incomum o desabafo em que Rogéria Bolsonaro relata ameaças com a voz embargada.
A entrevista foi concedida a três dias da votação, no momento de maior exposição da família em todo o ciclo eleitoral. Flávio, senador e candidato do PL, enfrentava Lula em uma das disputas mais polarizadas da história recente, e a segurança dos familiares de candidatos virou tema recorrente da campanha.
Na conversa, Rogéria também falou como mãe mais do que como figura política. Ela disse ter o coração apertado ao lembrar os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, período que descreveu como de sofrimento para toda a família, e afirmou que filho sofrendo faz a mãe sofrer junto.
O episódio em que Rogéria Bolsonaro relata ameaças se soma a outros relatos de tensão em torno da família Bolsonaro nesta eleição. Sem detalhar a origem nem o teor das mensagens, ela escolheu transformar o assunto em testemunho de fé, e não em denúncia policial pública, segundo a própria entrevista.
Para os apoiadores, a fala em que Rogéria Bolsonaro relata ameaças reforçou a imagem de uma família que se vê em guerra espiritual e política ao mesmo tempo. Para a apuração jornalística, vale o registro atribuído: as afirmações são dela, feitas em entrevista, e seguem sem confirmação independente até aqui.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Gospel Mais (entrevista ao Pleno Time) e Wikimedia Commons (CC BY 2.0, licença livre)FONTE: Gospel Mais, matéria original sobre a entrevista, consultada em 27 de outubro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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