RESUMO:
- A Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram nesta quarta-feira, 4 de novembro, a Operação Ifrit, contra uma organização criminosa ligada ao PCC e ao PGC, na ação em que a PF prende 26 em operação contra tráfico internacional de drogas e armas.
- Por determinação da Justiça Federal de Campo Grande, foram cumpridos 76 mandados de busca e apreensão, 25 mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária em sete estados.
- A operação também aplicou medidas de monitoração eletrônica e afastou três policiais civis das funções públicas. A investigação aponta participação de policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul e de um policial rodoviário federal.
- O grupo atuava principalmente na fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e abastecia redes no Brasil e rotas para a Europa. É o alcance da operação em que a PF prende 26 em operação contra tráfico.
Uma organização com braços dentro das forças de segurança foi atingida em sete estados de uma só vez. Na Operação Ifrit, deflagrada nesta quarta-feira com a Receita Federal, a PF prende 26 em operação contra tráfico internacional e afastou policiais das funções. A ação, em que a PF prende 26 em operação contra tráfico, foi autorizada pela Justiça Federal de Campo Grande.
COMO A PF PRENDE 26 EM OPERAÇÃO CONTRA TRÁFICO NA OPERAÇÃO IFRIT?
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 4 de novembro de 2026, em parceria com a Receita Federal, a Operação Ifrit. A ação combate uma organização criminosa ligada ao Primeiro Comando da Capital, o PCC, e ao Primeiro Grupo Catarinense, o PGC.
Os agentes cumpriram medidas judiciais em sete estados: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás e Rondônia. Ao todo, foram 76 mandados de busca e apreensão, 25 de prisão preventiva e um de prisão temporária.
A operação resultou na prisão de 26 suspeitos de tráfico internacional de drogas e armas. Os investigados também respondem por crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios, segundo o Diário do Poder.
Além das prisões, a Justiça determinou medidas de monitoração eletrônica e o afastamento de três policiais civis das funções públicas. É o balanço inicial da ofensiva em que a PF prende 26 em operação contra tráfico.
Os 26 presos correspondem aos 25 mandados de prisão preventiva e ao mandado de prisão temporária expedidos pela Justiça Federal de Campo Grande. As buscas miraram provas e investigados ligados à estrutura da organização nos sete estados alcançados pela operação.
A deflagração conjunta com a Receita Federal indica o foco também sobre o dinheiro do esquema, com a apuração de lavagem de dinheiro caminhando ao lado da repressão ao tráfico. É a frente financeira da operação em que a PF prende 26 em operação contra tráfico.
O QUE A INVESTIGAÇÃO REVELOU SOBRE POLICIAIS E FACÇÕES NO ESQUEMA?
De acordo com a Polícia Federal, a investigação apura a atuação de uma organização criminosa transnacional liderada por um núcleo familiar e associada a grupos criminosos. O esquema contava com participação de agentes públicos das forças de segurança.
Entre os agentes envolvidos, a PF citou policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul e um policial rodoviário federal. Eles atuavam em associação com as facções PCC e PGC, segundo a investigação relatada pelo Diário do Poder.
Segundo a PF, o grupo utilizava armamento, estruturas de apoio e veículos blindados para exercer controle territorial e intimidar rivais. A corporação também apura lavagem de dinheiro ligada ao esquema.
A segurança pública federal é tema recorrente no portal, como na matéria sobre o Senado que aprovou a PEC da Segurança Pública. Desta vez, o foco é a repressão direta ao crime organizado, na operação em que a PF prende 26 em operação contra tráfico.

DE ONDE VINHAM AS DROGAS E AS ARMAS DO GRUPO INVESTIGADO?
As investigações apontaram que o grupo atuava principalmente na região de fronteira entre Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai. A cidade paraguaia é um dos principais corredores do tráfico na fronteira brasileira.
Segundo a Polícia Federal, os criminosos obtinham drogas e armas na Bolívia, no Peru e no Paraguai. O material abastecia redes de distribuição no Brasil e rotas de tráfico de entorpecentes destinadas à Europa, especialmente à Espanha e a Portugal.
O detalhamento foi divulgado pela própria corporação, que descreveu a estrutura transnacional do grupo e a ligação com as duas facções criminosas. As apurações seguem em andamento nos sete estados alcançados pela operação.
A região de fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai é tratada pelas forças de segurança como corredor estratégico do tráfico sul-americano. O controle territorial exercido pelo grupo, com veículos blindados e armamento, segundo a PF, servia para proteger essas rotas e intimidar grupos rivais.
Com prisões, buscas e afastamentos cumpridos no mesmo dia, a Operação Ifrit é uma das maiores ofensivas recentes da PF contra o tráfico na fronteira. É o quadro da ação em que a PF prende 26 em operação contra tráfico.
Os presos e o material apreendido ficam à disposição da Justiça Federal de Campo Grande, que autorizou as medidas. A PF não detalhou, nas informações divulgadas, o volume de drogas e armas apreendido nesta fase, no balanço parcial da operação em que a PF prende 26 em operação contra tráfico.
CRÉDITOSIMAGEM E VÍDEO: Reprodução | Polícia Federal (foto da Operação Ifrit divulgada pela corporação e publicada pelo Diário do Poder) e Wikimedia Commons (agentes da Polícia Federal em operação, CC BY 2.0, foto de arquivo)FONTE: Diário do Poder, matéria original sobre a Operação Ifrit da Polícia Federal e da Receita Federal contra organização ligada ao PCC e ao PGC, e Revista Oeste, com os detalhes dos mandados e da investigação, consultada em 4 de novembro de 2026.NOTA: Este conteúdo pode ter contado com o auxílio de inteligência artificial e passou por revisão humana antes da publicação. Para mais detalhes, consulte nossa política de uso de inteligência artificial.
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